Interlúdio
Lisboa! Os bairros a teus pés,
Dão forma ao que tu és
Mulher feita cidade!
Lisboa! Poema do passado,
Nas rimas do teu fado
Com alma de saudade!
É sina tua, ficar contente,
Cantar na rua, encantar a gente,
Balão aceso, pela tradição,
Bem preso junto ao coração!
Refrão
Cidade Garrida,
És a melhor verdade p’ra cantares à vida
Com bênção de lua,
Tens alma e coração de rua!
Lisboa! Tens sons de sinfonia,
E gritos de alegria
Promessas de verdade!
Lisboa! Janela aberta à vida
Numa esperança perdida
Só p’ra fazer saudade!
É sina tua querer andar contente.
Cantar na rua, p’ra cantar com a gente!
Balão aceso, pela tradição,
Bem preso junto ao coração!
Refrão
Interlúdio
Refrão